sábado, 21 de outubro de 2017

Interatividade e comunicação

Segundo o dicionário, temos:

interatividade

substantivo feminino

1.     qualidade de interativo.
2.     capacidade de um sistema de comunicação ou equipamento de possibilitar interação.

"No cenário contemporâneo da comunicação, a própria linguagem é muitas vezes descrita como interativa, pois o ato de se comunicar é por si uma interação que pode ocorrer entre dois ou mais atuantes, ao contrário da interatividade que precisa ser intermediada por um meio eletrônico, usualmente um computador"  
(MONTEZ E BECKER).




          Para melhor compreender a interatividade, podemos refletir sobre o conceito de interface, que serve para organizar e oferecer as possibilidades de acesso e conexão ao usuário. Isso com ambientes que podem conter texto, vídeo, áudio, imagem, animação e comunicação instantânea e etc. Esses traços caracterizam a modernidade e os processos comunicacionais digitais. 

          Com a introdução massiva dos smartphones, tablets, smart TVs e outros, um elemento que se tornou fundamental foi o touchscreen. A interação com a tela é um recurso de interatividade e, hoje, tornou-se indispensável. Quando que pensar em fazer uma ligação, acessar a internet, tirar uma foto, enviar uma mensagem ou e-mail não é sinônimo de deslisar o dedo sobre a tela?

          O exemplo dado anteriormente é bem básico para os dias de hoje, mas ajuda a iniciar a reflexão acerca de como a interatividade está presente no nosso cotidiano. Assim, podemos perceber que a interatividade é um meio para a interação acontecer.

          Para aprofundar o conhecimento, leia mais em Explorando o conceito de interatividade.


O excesso de interatividade nos leva à hiperconectividade

          É internet no PC, no celular, na TV, no microondas, na geladeira, nas luzes da casa e em tudo o mais que possamos imaginar que, dentro em breve, não teremos mais o contato pessoal (risos). 
          
          Devemos repensar esse excesso de conexão nas nossas vidas? Até quando devemos fazer tudo pela grande rede? 
       
         Segue abaixo a canção Hiperconectividade, de Lulu Santos, para que pensemos sobre o assunto!

Acho que dessa vez eu vi
Algo que estava parado e se moveu
Nunca vi nada receber minha ligação
Tão rápido e responder 



Só para reforçar o post da semana passada... 😉



sábado, 7 de outubro de 2017

Os fakes da vida real

"A internet permite que cada um de nós possa ser aquilo que quer"

          É inegável a capacidade de conhecimento que a grande rede nos mostra todos os dias. Com ele, passamos a perceber tudo o que de bom há no mundo que nos cerca, podendo trazer a algumas pessoas a frustração de não viver as "coisas boas da vida".  Temos então, a criação da figura do "Fake da vida real" e suas muitas facetas. 
          O palhaço é reconhecido como aquele que nos dá motivos para sorrir, porém, nem sempre, sua vida é de felicidades. Essa figura caricata de nossa infância  não foi feita para enganar as pessoas, mas pensemos: "quantas vezes nos comportamos como o palhaço?" Colocamos uma "maquiagem", a roupa de trabalho e seguimos em frente, já que a vida não compreende nossos momentos de tristeza. Assim, acreditamos que as pessoas que vivem uma realidade fake, em suas redes sociais, não são de fato aqueles fakes criados para enganar, estão apenas fazendo como o palhaço e tornando suas vidas mais "leves".
         Há também os estelionatários de redes sociais que são aqueles que existem, porém não se mostram. Quantos de nós conhecemos pessoas que se revelam de uma maneira na rede e não vivem sequer 1/3 daquilo que postam? Vemos casos que vão desde ostentação até invenção de uma vida. Contudo, será que não podemos dizer que, de certa forma, alimentamos esses perfis? 


          
          

domingo, 17 de setembro de 2017

Por menos reprodutores de informações



“Enquanto o tempo acelera e pede pressa”, as tecnologias evoluem e fazem com que as distâncias sejam diminuídas e os conhecimentos aumentados. A grande rede trouxe até nós uma gama de informações que, por vezes, não damos conta de ler todas as opiniões sobre o mesmo assunto.

MUITA COISA PARA LER, POUCO TEMPO PRA PERDER, PRECISAMOS APENAS “TER PACIÊNCIA”!


       A falta de paciência para ler opiniões diversas sobre um mesmo assunto e a escassez de tempos nos dias atuais fazem com que alguns leitores se transformem apenas em reprodutores de conteúdo. Se fosse possível conceituar, poder-se-ia dizer que Reprodutor de conteúdo é aquela pessoa que, após ler sobre um determinado assunto, e de apenas uma fonte, acredita que aquela é a única verdade e, sendo esse leitor influente em seus domínios, reproduz a opinião alheia a muitas outras pessoas.
          
         Nós, profissionais da educação – que trabalhamos formando opiniões – temos de nos preocupar em sermos Produtores de conteúdo e não apenas meros reprodutores. Há de se usar tudo o que a tecnologia nos dá em prol de uma melhor formação de nossos alunos. Temos de ensiná-los e serem pesquisadores, a procurarem por fontes divergentes e só então tomarmos a nossa opinião e aceitar se ela não for a mesma da maioria. Até por que toda moeda tem dois lados!

sábado, 16 de setembro de 2017

Os avanços tecnológicos na educação

      É inegável o quanto a tecnologia ajudou no processo ensino/aprendizagem. Muitas possibilidades, variadas fontes de consulta e diversas opiniões sobre o mesmo assunto saltaram aos nossos olhos e nos fizeram formar nosso próprio ponto de vista, porém essa mesma pluralidade de fontes de consulta tornaram alguns de nós apenas reprodutores de discurso. 
     O lado positivo desse processo de evolução é palpável, cabe a nós refletir sobre os prejuízos que a tecnologia nos trouxe. 
      O vídeo abaixo é apenas o começo de uma semana de reflexões sobre o que os avanços tecnológicos provocaram. 
           Boa semana a todos!




sexta-feira, 15 de setembro de 2017

O Professor pesquisador e sua formação


          A formação do pesquisador em arte/cultura requer aprofundamento de concepções sobre contextos de ancoragem das diferentes abordagens de cultura historicamente produzidos e que servem de contexto mais amplo para a rede de relações que integram experiências artísticas e educacionais. Além de oferecer subsídios para questionar representações de senso comum a respeito de arte, cultura e educação, a disciplina objetiva a construção de referências para problematizar integração entre estes três campos do saber, analisando possibilidades interdisciplinares que impeçam reducionismos e supervalorização de apenas um dos três polos em questão.
          Neste blog, iremos discutir representações e historicidade dos conceitos de cultura, arte e educação. Analisar a importância destes para o arte/educador e para o pesquisador do campo da arte/educação.
          Para darmos continuidade ao assunto e aprofundar nossos conhecimentos sobre os três campos, deixo como sugestão a leitura do texto da professora Ana Mae Barbosa, que irá abordar questões de arte, educação e cultura relacionados com leitura, interculturalidade e cidadania. Acesse o texto em:http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/mre000079.pdf


Interatividade e comunicação

Segundo o dicionário, temos: interatividade substantivo feminino 1.     qualidade de interativo. 2.     capacidade de um sistema de c...